Os subsetores da indústria de transformação que mais demitiram em Marília, em 2019, são os de fabricação de produtos alimentícios e de estruturas metálicas, que fecharam respectivamente 276 e 249 postos formais de emprego.
O grande problema na economia local, no quesito emprego com carteira assinada, tem sido justamente a indústria, que demitiu ao todo 517 funcionários a mais do que contratou no ano passado – considerando todos os subsetores.
Os dados são do Cadastro Geral dos Empregados e Desempregados (Caged), divulgados recentemente pelo Ministério da Economia.
O cargo que mais sofreu com cortes na indústria mariliense em 2019 foi de operador de equipamentos na preparação de alimentos e bebidas, com 168 empregos extintos.
Na sequência aparece a função de trabalhador de montagem de tubulações e estruturas metálicas, com 79 demissões a mais do que contratações.
Se não fosse o péssimo desempenho da indústria, a cidade poderia ter se saído bem melhor na geração de emprego com carteira assinada.
Marília registrou a criação de 1.812 postos formais de trabalho durante todo o ano passado.
O setor de serviços é o que vem puxando o crescimento das vagas formais, com 2.021 admissões a mais do que desligamentos no período analisado. O comércio teve saldo positivo de 248 novos empregos e a construção civil de 98.
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