Após a confirmação de entrega prevista para a sexta-feira, 22, das vacinas produzidas na Índia, o ministro Ernesto Araújo, das Relações Exteriores, afirmou nesta quinta-feira, 21, que “a Índia colocou o Brasil na mais alta prioridade”. A publicação em sua conta oficial no Twitter foi uma defesa às críticas sobre sua atuação como chanceler nas negociações internacionais sobre a vacina contra a covid-19.
Na publicação, ele também agradeceu o presidente da República, Jair Bolsonaro, que mais cedo cumprimentou o chanceler e servidores do Itamaraty “pelo trabalho realizado” envolvendo as negociações com a Índia para a entrega de 2 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca.
O reconhecimento de Bolsonaro ocorreu após o Brasil ficar refém do governo indiano, que decidiu adiar a entrega das vacinas na semana passada. Nesta quinta, o Ministério da Saúde confirmou que o imunizantes produzidos pelo laboratório indiano Instituto Serum chegarão na sexta no fim da tarde.
“Muito obrigado, presidente @jairbolsonaro. O governo da Índia colocou o Brasil na mais alta prioridade: somos um dos dois primeiros países a receber vacinas contra Covid compradas na Índia (ontem a Índia fez doação a 2 países)”, escreveu Ernesto Araújo.
O ministro também agradeceu “em especial” o ministro de Relações Exteriores indiano, Subrahmanyam Jaishankar.
Ministro excluído de tratativas com a China
Em outra frente de negociações internacionais, o jornal O Estado de S. Paulo mostrou mais cedo que Araújo foi excluído das tratativas com a China para a compra de vacinas e insumos contra a covid-19.
Na quarta-feira, em nota oficial, o governo afirmou ser o “único interlocutor oficial” com a China nas conversas para a importação de insumos para a produção de vacinas no País.
A nota informou ainda que o Itamaraty tem mantido negociações com o governo chinês e que “outros ministros do governo federal têm conversado com o embaixador Yang Wanming”.
O embaixador da China no Brasil participou na quarta de reunião com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Após o encontro, contudo, Maia afirmou ter ouvido do representante chinês que ninguém do governo federal havia procurado a embaixada até então.
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