Ainda de acordo com as informações, uma mulher com 1,60 de altura e cabelos pretos, abordou a vítima em um supermercado no centro da cidade, dizendo que teria um bilhete premiado no valor de R$ 7 milhões. A golpista ainda disse que era empregada doméstica e moradora de Assis. Ela supostamente precisava de ajuda para retirar o prêmio, pois não sabia escrever.
Para criar um clima no golpe, outra estelionatária se aproximou dizendo que era psicóloga e que iria ajudar na retirada. Com a promessa de dividir em dois a metade do prêmio (uma parte para a idosa e a outra para a golpista), as três rumaram até uma agência do Itaú, onde a golpista que se passava por psicóloga, fingiu sacar R$ 120 mil a fim de garantir o prêmio (o adiantamento serviria como garantia na história inventada).
Tendo em vista o valor sacado, a idosa teria que sacar a mesma quantia para ter sua parte. No Santander da Avenida das Esmeraldas a vítima retirou R$ 5 mil reais, mas as mulheres queriam mais. A idosa foi levada então até o Santander da Rua Nove de Julho. Lá tentou sacar R$ 50 mil.
O gerente do banco rapidamente desconfiou do valor e ligou para o filho da vítima, que correu para a agência e encontrou a mãe esperando pelas golpistas, que obviamente já haviam se evadido. A Polícia Civil irá investigar o caso.
Carreta Cuidar e Sorrir permaneceu duas semanas em Pompeia com foco em mulheres e dependentes.
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