O americano, que fazia o turno da noite, revelou que consumia drogas ilícitas ou álcool toda vez que se preparava para praticar a necrofilia, de acordo com reportagem da NBC. “Se eu não conseguia alguma coisa para beber, isso (a necrofilia) não acontecia”, comentou.
A esposa de Kenneth depôs no julgamento e afirmou que, quando buscava o marido no trabalho, ele cheirava a sexo. Ela disse que tentou denunciar o companheiro, mas a história não ganhou crédito com a direção do necrotério.
O americano foi levado à Justiça por parentes de três vítimas. Uma delas era Karen Range, de 19 anos, assassinada em 1992 por um vendedor ambulante. Exame de DNA em 2008 provou que havia sêmen de Kenneth na genitália de Karen. Ela ficou praticamente decapitada. O assassino, David Steffen, admitiu o homicídio, mas negava ter estuprado a jovem.
O necrófilo confessou o abuso sexual do corpo de Karen e de outros cadáveres, ocorridos em 1991 e 1992.
Pelo caso de abuso de Karen, Kenneth foi condenado a três anos de prisão. Outras condenações estão pendentes. O promotor quer ampliar o caso e processar o necrotério e o condado por falharem ao não impedir os crimes em série
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