Segundo José Aparecido, Thais foi atendida na noite do dia 14, na maternidade Gota de Leite. Ela estava com quatro dedos de dilatação, porém devido ao quadro de hipotireoidismo da gestante, a unidade a encaminhou ao HMI.
Já no hospital, por volta das 21h, a mãe do bebê que se chamaria Arthur, foi atendida por um médico residente e enfermeiros que após diversas perguntas concluíram que ela deveria continuar aguardando.
A equipe médica alegou que a dilatação apresentada era insuficiente para que o parto fosse normal. Ainda de acordo com José Aparecido, sua filha esperou quase 12 horas por uma solução, sem ser novamente atendida. A família acusa o Sistema Único de Saúde (SUS) de estipular cotas para as cesárias, insistindo no parto normal de forma exagerada, em razão da redução de custos.
Ontem por volta das 9h30 da manhã, depois de todo o tempo de espera, constatou-se que a criança já estava morta na barriga da mãe. O pai do bebê, Renan Nunes, ainda informou que a cesariana só foi feita depois que a equipe médica constatou o óbito da criança.
A Superintendência do Complexo Assistencial Famema informou em nota a reportagem, que os fatos ocorridos no parto da gestante estão sendo apurados pela Diretoria Técnica da Unidade Hospitalar. Segundo a assessoria do hospital, todos os profissionais envolvidos no procedimento serão ouvidos.
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