A defesa do coronel Dhaubian Braga Barbasa protocolou nesta quinta-feira (3), no Tribunal de Justiça, um habeas corpus, que solicita a libertação do acusado. O PM reformado é apontado como o autor dos disparos que mataram Daniel Ricardo Silva em um motel, na zona Norte de Marília.
O documento foi direcionado à 5ª Câmara Criminal, que já analisou o caso, e também ao desembargador Tristão Ribeiro, presidente da Seção Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo.
O homem está preso de forma preventiva, após ser indiciado pela morte do ajudante, nas dependências do estabelecimento de propriedade do acusado.
O pedido foi protocolado pelo advogado Aryldo de Oliveira de Paula, por entender que a prisão é ilegal e desnecessária. A defesa aponta que o coronel solto não afetará as provas já produzidas em juízo, além das perícias já que já foram realizadas.
O documento ainda aponta contradições na perícia do local e necessidade de retorno do coronel às atividades financeiras para manutenção da família, argumentando que o acusado não oferece risco à produção de provas, tem endereço e empregos fixos e é réu primário com bons antecedentes.
O advogado cita ainda que o coronel é pai de quatro filhos e o responsável pelo sustento da família.
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