Após ter o celular supostamente clonado, o ministro da Economia, Paulo Guedes, classificou a ação como “banditismo”. Ele disse que “marginais” ficam fazendo esse tipo de coisa enquanto o governo quer reconstruir o Brasil.
“Isso é o banditismo. Isso é invasão de privacidade, isso é um retrocesso enorme, isso é o uso de coisas destrutivas. Estamos querendo reconstruir o país e tem, infelizmente, marginais, bandidos que ficam fazendo este tipo de coisa. Mas vamos para frente”, disse após cerimônia lançamento do programa do Novo Mercado de Gás, no Planalto.
Guedes afirmou que teve o celular hackeado na noite de segunda-feira, 22, segundo a assessoria do Ministério da Economia. Ele pediu que mensagens vindas do número invadido e de outras pessoas do gabinete sejam desconsideradas. A assessoria disse ainda que tomará as medidas cabíveis.
Guedes é o segundo ministro do governo a ser alvo de hackers. Antes dele, o ministro da Justiça, Sergio Moro, relatou que o celular foi invadido. A líder do governo, Joice Hasselmann (PSL-SP), também afirmou que teve o celular invadido no início da semana.
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