Saída do grupo próximo ao distrito de Lácio (Foto: Leonardo Moreno/Marília Notícia)
Uma carreata convocada pelas redes sociais e grupos de WhatsApp, partindo da avenida das Esmeraldas, próximo ao distrito de Lácio, pretende reunir na tarde desta terça-feira (14) pessoas contrárias ao fechamento do comércio e demais restrições, previstas no decreto do governador João Dória (PSDB). (veja o vídeo)
O grupo manteve o movimento na internet há pelo menos dois dias e somente hoje protocolou junto à Polícia Militar um ofício, comunicando o ato público.
Uma viatura da PM está no local da saída dos manifestantes, mas a corporação ainda não informou que o movimento fere algum tipo de legislação e poderá ser impedido.
Os manifestantes pretendem chegar à Prefeitura de Marília, a exemplo do protesto feito no dia 27 de março.
(Foto: Leonardo Moreno/Marília Notícia)
Motivação
O construtor Édio Francisco da Rocha, que se identifica como um dos organizadores do ato, afirma que decidiu fazer parte do movimento porque não consegue trabalhar. Ele afirma que foi feito um comunicado à Polícia Militar, constando o itinerário pretendido.
“O protesto é para abrir o comércio e também contra o Dória (governador). Hoje todos sabem os cuidados que devem ter.. O povo não está trabalhando, mas está na rua. Os carros… andando… só não estamos trabalhando”, afirma o construtor.
Ele afirma que as restrições estão impactando em tudo na sua vida. “A gente não pega serviço. Ninguém quer começar agora, reforma de casa, não quer”, conta. Ele afirma que sua equipe de obras tem oito pessoas e, embora a construção civil não esteja impedida pelo decreto estadual, todas estão sem trabalhar.
O construtor diz ainda não acreditar em uma explosão de casos de Covid-19, com a reabertura do comércio. “Aqui na regão não vai acontecer isso. Não queremos que abra como se não tivesse nada acontecendo nada, mas om as limitações, com a higienização, sem aglomerar”, defende.
Entre os que reclamam da quarentena, também está o motoboy Paulo Ferreira Evangelista, de 49 anos. Ele afirma que teve prejuízos com o fechamento do comércio. Ele é autônomo e diz que a renda média caiu de R$ 1,3 mil para R$ 300. “As entregas caíram 80%. Eu trabalho com produtos e não com comida”, conta.
Enquanto aguarda a saída do grupo, ele espera que a adesão seja grande. “Vai ser maior e mais organizado que o outro (do dia 27 de março). No outro tinha muito buzinaço mas na hora da carreata menos carros e motos”, disse.
O Marília Notícia acompanha a manifestação.
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