Sundar Pichai, presidente executivo da Alphabet e do Google, disse que a área de saúde oferece um grande potencial para sua empresa nos próximos dez anos, com o uso de inteligência artificial. Em painel no Fórum Econômico Mundial de Davos, ele jurou que a empresa vai endereçar questões de privacidade sobre o tema.
Não é algo inédito: legisladores já levantaram dúvidas sobre como o Google tem acesso aos dados de dezenas de milhões de americanos. A Ascension, que opera em 150 hospitais americanos, é uma das maiores clientes do Google na área de computação em nuvem.
“Quando trabalhamos com hospitais, os dados pertencem a eles”, disse Pichai, em Davos, na Suíça. “Mas há potenciais: o câncer demora a ser descoberto e há diferenças profundas se seu diagnóstico é precoce. Além disso, especialistas sempre divergem no tratamento – e podemos usar IA para melhorar isso.”
O Google passou muitos anos desenvolvendo IA para analisar automaticamente dados de pacientes, identificar doenças e fazer previsões direcionadas a melhorar diagnósticos e reduzir custos. Pichai disse que já existem regulações com alta proteção de privacidade que providenciam ao Google um conjunto de regras com as quais trabalhar.
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