O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, acolheu duas ações (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) contra a execução de conduções coercitivas para interrogatório. Uma das ações foi movida pelo PT e a outra pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
A condução coercitiva é uma das principais armas usadas pela Operação Lava Jato contra investigados.
Gilmar ressaltou que sua decisão “não tem o condão de desconstituir interrogatórios realizados até a data do presente julgamento, mesmo que o interrogado tenha sido coercitivamente conduzido para o ato”.
O pedido do PT foi protocolado no Supremo Tribunal Federal no dia 10 de abril de 2016, quando Dilma Rousseff ocupava a Presidência.
O partido pedia para “declarar a inconstitucionalidade do uso da condução coercitiva como medida cautelar autônoma com a finalidade de obtenção de depoimentos de suspeitos, indiciados ou acusados em qualquer investigação de natureza criminal”.
Já a Ordem pediu “a impossibilidade de condução coercitiva na fase investigativa”.
“Ante o exposto, defiro a medida liminar, para vedar a condução coercitiva de investigados para interrogatório, sob pena de responsabilidade disciplinar, civil e penal do agente ou da autoridade e de ilicitude das provas obtidas, sem prejuízo da responsabilidade civil do Estado”, anotou o magistrado.
A Corrida Mundo Verde será realizada no dia 5 de abril, às 8h, em Marília,…
Bombeiros e policiais civis escavando quintal em busca do corpo da vítima (Foto: Alcyr Netto/Marília…
Ação começa segunda e atende Acapulco, Araxá, Mirante e São Gabriel (Foto: Divulgação) A Prefeitura…
Danilo da Saúde celebra a transformação da rede municipal, sob nova gestão (Foto: Divulgação/Assessoria de…
Tássia Camarinha fala sobre fé, empreendedorismo e atuação no Fundo Social de Marília e diz…
Integrantes da Amandim lutam pelos direitos dos filhos autistas em Marília (Foto: Arquivo Pessoal) Em…
This website uses cookies.