A geração de emprego formal em Marília no mês de julho surpreendeu e contabilizou 336 admissões a mais do que demissões. O acumulado do ano no primeiro semestre era de 246 novos postos de trabalho.
Os números são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho e Previdência Social.
No mês passado foram 1.910 trabalhadores contratados na cidade e 1.574 demitidos. Agora, com os dados de julho, o acumulado de empregos desde o começo do ano foi para 582. Na análise do acumulado nos últimos 12 meses o saldo é positivo em 660.
Entre janeiro e o mês passado, em Marília, o setor que mais empregou foi o de serviços com 658 contratações a mais do que demissões. Em seguida, mas bem atrás, a indústria de transformação aparece com novos 97 empregos formais criados.
Outros dois setores bastante significativos apresentaram dados nada animadores para o período. O comércio com a extinção de 155 empregos entre janeiro e julho e a construção civil com 19 demissões a mais do que contratações.
Em julho, a ocupação que teve o maior saldo positivo nas contratações foi de faxineiro, com 122 novos empregos formais e salário médio de R$ 1.085,98. Em segundo lugar, a atividade de socorrista com 49 admissões a mais do que demissões no mês.
Na terceira e quarta posições de ocupações que mais empregaram no mês passado, figuram duas entre justamente os setores que mais demitiram (o que pode ser um sinal positivo). Servente de obras foram 29 novos empregos e promotor de vendas 28.
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