O papa Francisco usou a cerimônia da sexta-feira da Paixão para condenar o que chamou de “todas as cruzes” de sofrimento do mundo, incluindo aquelas suportadas por imigrantes que encontram fronteiras fechadas e crianças que sofrem em sua “inocência e pureza”.
De um púlpito coberto com um tecido branco no Monte Palatino, Francisco observava a tradicional procissão noturna iluminada por tochas no coliseu de Roma, que recordava solenemente a crucificação de Jesus.
Junto com milhares de peregrinos, o papa ouviu reflexões que foram compostas pela freira italiana Eugenia Bonetti, que há 25 anos saiu às ruas da cidade para trazer conforto e esperança a mulheres migrantes que foram traficadas para a prostituição.
No sermão, Francisco pediu a Jesus para ajudar a “ver em sua cruz todas as cruzes do mundo”. O papa citou pessoas famintas por comida e por amor, e aquelas “abandonadas por seus próprios filhos ou pais”.
Em seguida, ele abordou duas questões que marcam fortemente seu papado: imigração e combate a abusos sexuais contra menores.
Francisco disse que os imigrantes têm encontrado “as portas fechadas devido ao medo e aos corações endurecidos por cálculos políticos”. A Itália adotou nos últimos anos uma das mais duras leis de imigração, na esteira de movimentos semelhantes nos Estados Unidos e na Hungria.
O papa também condenou a “cruz dos pequenos, feridos em sua inocência e pureza”. Francisco não citou diretamente os escândalos sexuais da Igreja.
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