A Federação Paulista de Futebol (FPF) planeja realizar mudanças envolvendo o VAR, o (árbitro de vídeo, que será implementado nos mata-matas do Campeonato Paulista, e também pretende utilizar a tecnologia durante toda a competição nos próximos anos. Vice-presidente da entidade Mauro Silva não especificou quais alterações a entidade planeja para o VAR e limitou-se a dizer que “são importantes”. O Estado apurou que são questões relacionadas à infraestrutura. Os mata-matas começam daqui a um mês e meio, no primeiro fim de semana de abril.
“Provavelmente vai ter algumas mudanças que são importantes para o futebol, mas ainda não estão definidas. Temos contratos para assinar, precisamos concluir algumas coisas. Mas em pouco tempo vamos resolver e divulgar as novidades”, afirmou Mauro Silva, em entrevista ao Estado.
Os erros de arbitragem nas rodadas iniciais da fase do grupo do Paulistão reacenderam a discussão sobre o uso do VAR. A tecnologia não é utilizado durante todo o torneio por causa do custo considerado elevado, de cerca de R$ 50 mil por jogo.
Assim como aconteceu em 2019, a FPF será a responsável por bancar o VAR nos mata-matas. Serão oito partidas: os duelos únicos de quartas e semifinal, além das partidas de ida e volta da decisão, o que resultará em investimento de R$ 400 mil. A expectativa é de que o custo com o VAR diminua nos próximos anos
“Nesse início sem VAR, deu para ver como é importante ter a tecnologia. Tem muita gente dizendo que precisa ter o VAR desde o começo, e estamos avançando nesse aspecto. É difícil dizer exatamente quando, mas tenho a convicção de que vai ter VAR no campeonato inteiro. Até porque a tecnologia abaixa o custo ano a ano. E acho que o custo-benefício nesse caso justifica. Não posso dizer que vai ser no ano que vem, mas com certeza no futuro vamos ter”, afirmou Mauro Silva.
O vice da FPF também disse que tem acompanhado a renovação que a Comissão de Arbitragem realiza com seus juízes. O árbitro Flávio Roberto Mineiro Ribeiro, de 24 anos, foi afastado após ter errado no empate por 1 a 1 entre São Paulo e Novorizontino, na quarta rodada (anulou dois gols e não marcou dois pênaltis).
Mauro Silva ressaltou que a Comissão de Arbitragem é independente e tem autonomia para tomar decisões, mas mantém contato com seus membros. “A comissão quer fazer um processo de renovação na arbitragem. É importante ter cuidado, é um processo saudável e estamos acompanhando. Ela tem autonomia, mas os clubes nos cobram e conversamos com eles. Quando tem reclamações, temos que entender. Converso com os membros da comissão para entender e para transmitir as críticas que vêm para a Federação, até para que eles também estejam atentos ao que está acontecendo”.
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