“A Fórmula 1 pode confirmar, após diálogo com o promotor e as autoridades relevantes, que o Grande Prêmio da China de 2023 não acontecerá devido às dificuldades contínuas apresentadas pela situação da covid-19. A Fórmula 1 está avaliando opções alternativas para substituir o espaço no calendário de 2023 e fornecerá uma atualização sobre isso no devido tempo”, diz o comunicado que oficializou a desistência da China.
As políticas rigorosas no combate à covid-19 têm gerado inúmeros protestos no país de pessoas que são contra o lockdown, testes em massas e quarentena. Para evitar tumulto, a polícia chinesa tem emitido voz de prisão a muitos manifestantes.
Na Copa do Mundo, inclusive, as principais emissoras do país estão sendo obrigadas a censurar imagens de torcedores que aparecem sem máscara nos estádios. Os jogadores, durante as comemorações, estão tendo os seus rostos desfocados, o que têm gerado ainda mais críticas.
A China não tem importado imunizantes estrangeiros e a população mais idosa tem optado por não se vacinar. Esses fatores estão gerando preocupação com um possível aumento dos casos, fazendo assim que o governo siga com a “política de tolerância zero” no combate à doença.
O último GP da China aconteceu em 2019, em Xangai, com vitória do inglês Lewis Hamilton, da Mercedes. Em 2023, a corrida deve ser substituída pelo GP de Portugal, no Circuito de Portimão.
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