A Prefeitura de Marília, por meio das secretarias municipais da Saúde, da Educação e do Meio Ambiente e Serviços Públicos, deu início na manhã desta quinta-feira (13) a uma força-tarefa na Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Bem Te Vi, localizada à rua Raimundo Gonçalves Ferreira, no bairro Jardim Domingos de Léo, ao lado do CDHU, na zona sul da cidade, e também nos arredores da escola.
O trabalho começou logo às 5h30 com a Divisão de Zoonoses da Secretaria Municipal da Saúde realizando uma nebulização costal no interior da Emei Bem Te Vi, com objetivo de matar a maior quantidade possível do mosquito adulto do Aedes aegypti, transmissor da dengue e outras doenças.
A nebulização aconteceu bem cedo para não atrapalhar o horário de aula dos alunos, a partir das 7h – a escola funcionou normalmente nessa quinta-feira.
Durante o dia, servidores estaduais do Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD) e Núcleo de Apoio às Operações Regionais (Naor) estiveram no local para avaliar a situação da escola e dos prédios do CDHU.
Eles avaliaram o local e orientaram que a primeira ação necessária é a capinação do CDHU porque os escorpiões estão se aproximando da escola pelo facilitador do mato alto do local. Diante disso, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Serviços Públicos fará a capinação na escola e uma grande operação limpeza nas imediações já a partir desta segunda-feira (17).
Nesta sexta-feira (14), às 21h, a Divisão de Zoonoses voltará à Emei Bem Te Vi com uma equipe especializada na captura de escorpiões.
“É um serviço que só pode ser executado à noite em razão do aracnídeo ter hábitos noturnos”, afirmou a supervisora da Zoonoses, Vivian Martinelli Funai.
Outra ação no local será a remoção manual de criadouros, que acontecerá após a capinação, com os agentes de saúde retirando todos os recipientes que podem acumular água.
As ações no local foram definidas na quarta-feira (12), após reunião na Emei, com representantes das secretarias da Saúde, da Educação e do Meio Ambiente e Serviços Públicos; direção da escola, pais de alunos e do vereador Chico do Açougue, além de assessores.
“As secretarias municipais estão empenhadas em resolver esse problema na escola e nas imediações. As ações já começaram e vão continuar nos próximos dias para enfrentarmos a situação, que virou um problema de saúde pública em razão da desocupação do CDHU, com o local cheio de criadouros do Aedes aegypti e de abrigo de escorpiões”, disse o secretário do Meio Ambiente e Serviços Públicos, Mário Rui de Andrade Moura.
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