Aos 79 anos, completados nesta semana, José Ferreira Neto guarda lembranças de uma profissão que ajudou a vestir gerações em Marília. Alfaiate há 65 anos, ele começou ainda aos 13 e hoje é um dos últimos em atividade na cidade.
“Fazia terno para votar”, relembra, sobre a época em que os trajes sob medida eram parte da rotina dos moradores, seja para ir ao batizado, ao casamento ou às urnas. A vestimenta era obrigatória na rotina social dos marilienses entre os anos 1930 a 1950.
O ofício, hoje considerado em extinção, teria apenas três profissionais atuando em Marília, segundo o alfaiate. A profissão é lembrada neste sábado (6), data em que se comemora o Dia do Alfaiate, segundo calendário nacional.
José diz ter aprendido o trabalho no dia a dia de uma antiga alfaiataria da cidade, onde começou com serviços simples até dominar a técnica. “Quando você compra pronto geralmente tem que dar um retoque. Já a roupa do alfaiate é feita sob medida”, explicou.
A tradição da categoria em Marília também é mantida pela Associação dos Alfaiates, considerada a entidade de classe mais antiga ainda em funcionamento no município, com 84 anos de atividades ininterruptas.
O espaço, conhecido como Clube dos Alfaiates, na rua Nove de Julho, mantém há décadas os tradicionais bailes de sexta-feira. É lá que acontece um almoço neste domingo (7) em homenagem à profissão, marcado para o meio-dia, com animação musical de Status Jorge & Marina.
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