Liderados pelo zagueiro Neto, um dos sobreviventes do acidente aéreo que matou quase toda a delegação da Chapecoense em 2016, familiares de vítimas da tragédia fizeram ontem protesto em Londres em frente às sedes da corretora de seguro Aon e da seguradora Tokio Marine Kiln.
Acompanhado de advogados, o grupo levou faixas com a frase “Lutando por justiça, somos mais fortes juntos” em inglês e português. Eles também vestiam camisas com o número 71 nas costas, em alusão à quantidade de vítimas da tragédia. Entre os manifestantes estavam as esposas dos jogadores Gil, Filipe Machado, Thiego e Bruno Rangel, mortos no acidente.
Aline Machado, viúva de Felipe Machado, também usou as redes sociais para protestar. “Acreditamos que ocorreram muitos erros na contratação do seguro. Muita gente pergunta, mas ainda não fomos indenizados, ofereceram apenas uma ajuda humanitária. É um absurdo essas empresas não nos indenizarem pelo valor justo da apólice”, disse.
Advogados afirmam que o valor devido por Aon e Tokio Marine Kiln varia entre US$ 4 milhões e US$ 5 milhões para cada família (entre R$ 16,6 milhões e R$ 20,9 milhões). A Aon afirma ser a corretora e não a seguradora e que não é responsável pelo pagamento. A Tokio Marine Kiln informa que a reivindicação referente à apólice de seguro não é válida.
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