Imagem mostra Tatiana ainda grávida de Alícia (Foto: Arquivo Pessoal)
Uma família espera há sete meses o laudo do Instituto Médico Legal (IML) para saber a causa da morte da filha, que nasceu já sem vida na 38º semana gestacional, em Marília.
O médico que atendeu a ocorrência suspeita que a criança tenha se enrolado no cordão umbilical, mas até o momento nada foi confirmado, para agonia da família.
A dona de casa Tatiana Cristina Frasson, de 35 anos, não teve nenhum tipo de complicação durante toda a gestação. “Estava ansiosa para o nascimento, no final da gestação as consultas com o obstreta eram semanais. Fui pela manhã do dia 2 de dezembro, ouvi o coração e vi ela se mexer pelo ultrassom. No final do dia percebi que a minha filha estava muito quieta e foi junto com meu marido para a maternidade Gota de Leite, lá através de exames constataram que minha bebê estava morta”.
Em meio à dor da perda ela ainda precisava procurar o médico que a acompanhou na rede privada. Ele precisava fazer o encaminhamento da paciente de volta para rede pública. Só depois a cesariana seria feita. “Foram mais ou menos duas horas até o parto.”, disse Tatiane.
O bebê foi registrado como Alícia. Logo depois do nascimento foi encaminhado ao IML de Marília. O funcionário informou à família que até o final do mês o laudo estaria pronto.
“No dia 28 de dezembro meu marido ligou, a informação é que os funcionários estavam de recesso, apenas atendendo urgência. Havia grande demanda e o laudo estaria pronto em 90 dias.”, conta Tatiane.
Passado o prazo a família retornou a ligar, mas até o momento nada. “Eu fico assustada com esta demora, fico pensando que o problema era muito grave e que não vou poder ter outro filho. Já pensei em tentar outra gravidez, mas sem a certeza do que motivou a morte da Alícia não tenho coragem. Sofri demais.” completou Tatiana.
A equipe de reportagem do Marília Notícia procurou a assessoria de imprensa do IML em São Paulo, mas até o fechamento desta matéria não recebeu nenhum posicionamento.
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