“A queixa é geral e afeta, principalmente, o setor de alimentação”, disse o dirigente da associação comercial que não enxerga outra solução a não ser a de promover uma campanha para que os consumidores utilizem as moedas para o pagamento em geral. “É uma mudança de hábito, e para isso, exige tempo e paciência”, falou.
De acordo com o superintendente da Acim as estatísticas da Casa da Moeda são corretas em relação ao número de “pratinhas” fabricadas, mas, na prática, elas não funcionam, por causa do hábito dos brasileiros de deixar as moedas em casa. “As pessoas consideram as moedas um incômodo no bolso, principalmente os homens”, afirmou o dirigente.
“Mas, para os comerciantes, é um sofrimento, pois faz com que o lojista fique procurando quem tem dinheiro miúdo para trocar”, disse ao admitir ser uma situação desconfortável. “O mal só não é pior porque, hoje, somente um terço das vendas é pago em dinheiro”, argumentou ao lembrar dos cartões de crédito, débito e benefícios que evitam este problema.
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