A ex-presidente Dilma Rousseff se tornou ré em processo sancionador – sujeito à punição – da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Ela e 11 ex-conselheiros e ex-diretores da Petrobrás são acusados de não cumprir seus deveres na administração da companhia. Segundo dados do site da CVM, o processo foi instaurado a partir das investigações sobre a compra da refinaria de Pasadena, nos EUA, em 2006. A operação foi um dos pontos de partida da Lava Jato. O inquérito foi instaurado em 2014 após as investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal apontarem indícios de fraude na compra.
Na época, Dilma era ministra de Minas e Energia e presidente do conselho da Petrobrás. Ela foi excluída, porém, da acusação relacionada ao episódio de Pasadena apresentada pelo juiz Sérgio Moro em março. Dilma e os outros acusados – entre eles Paulo Roberto Costa, Renato Duque e Nestor Cerveró – devem apresentar defesas à CVM. O processo será julgado pelo colegiado da autarquia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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