Filiado ao PSOL, o ex-parlamentar concorreu ao Palácio do Planalto nas eleições de 2010. Na ocasião, obteve 886 mil votos e terminou a disputa eleitoral na quarta colocação, com 0,87% dos votos válidos.
Ligado à Igreja Católica, Plínio ingressou na política no final da década de 1950, como subchefe da Casa Civil do então governador de São Paulo, Carvalho Pinto. À época, ele atuava na Juventude Universitária Católica, organização que surgiu a partir da Ação Católica Brasileira.
Paulistano, Plínio foi eleito pela primeira vez para a Câmara dos Deputados em 1962, pelo extinto Partido Democrata Cristão (PDC). Ao longo da carreira política, ele exerceu três mandatos como deputado federal.
No Legislativo, Plínio participou, em 2 de abril de 1964, da sessão que declarou vaga a Presidência da República no Congresso Nacional, ato que homologou o golpe ao presidente João Goulart. No mesmo ano, ele foi cassado pelo Ato Institucional nº 1 e teve de se exilar no exterior.
Durante o regime militar (1964-1985), Plínio Sampaio viveu no Chile e nos Estados Unidos. Retornou ao Brasil em 1976, no início do processo de abertura política. Ele foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT), em 1980. Redigiu o estatuto da legenda fundada por operários, sindicalistas e intelectuais. Nos anos 80, também se engajou na campanha das Diretas Já.
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