Na entrevista concedida ao site colombiano, Borja afirmou que as críticas de que era um reforço caro e pouco produtivo eram válidas em 2017. “Se falava muito na imprensa, mas no momento em que vim eram merecidas. Eu também quis vir porque antes teve uma proposta da China com o dobro e não aceitei. Vim porque gosto dos desafios, gosto de me superar”, disse.
Borja afirmou que logo após a chegada ao Brasil, sofreu com excesso de expectativa. “Os torcedores sempre diziam: ‘Chegou o que vai resolver nossos problemas’. Mas eu necessito dos outros, dos que trabalham com a bola. Muitas vezes as pessoas não entendem que um atacante quer isso”, afirmou o atacante, que disse ter sentido falta de encontrar no começo no Palmeiras a mesma colaboração com assistências que tinha no Atlético Nacional.
“O Palmeiras tinham acabado de ser campeão do Brasileirão com Gabriel Jesus, que se movia por todo o ataque. Eu sou um 9 muito 9. Isso dá trabalho. O técnico (Cuca) foi campeão, podia fazer mudanças, buscar opção para me colocar e eu respeitei. Ele tinha acabado de ganhar”, explicou o atacante, que neste ano já marcou 15 gols, ante 10 no ano passado.
O atacante afirmou que a dificuldade no Brasil lhe ensinou a ter tranquilidade e paciência. Borja disse ainda que os colegas de elenco com quem tem mais afinidade em campo são o meia venezuelano Guerra e Dudu.
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