Uma abordagem da Polícia Militar (PM) resultou na apreensão de medicamentos ilegais, incluindo esteroides anabolizantes e as chamadas “canetas emagrecedoras”, no fim da manhã deste sábado (11), durante patrulhamento na rodovia Miguel Jubran (SP-333), em Tarumã. A ocorrência terminou com a prisão de três estudantes de medicina e foi encaminhada à Delegacia da Polícia Federal de Marília.
Segundo a corporação, a ação começou após o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) informar sobre um veículo em atitude suspeita. Durante a abordagem, os policiais vistoriaram o carro e localizaram a carga irregular, além de equipamentos eletrônicos.
Os ocupantes foram identificados como um homem, de 29 anos, e duas mulheres, de 19 e 23. Eles são estudantes de medicina no Paraguai e moram em Foz do Iguaçu (PR).
De acordo com a PM, o trio confessou que saiu da região de fronteira com destino à cidade de São Paulo. Pelo transporte da carga, cada um receberia R$ 5 mil.
A apreensão chamou a atenção das autoridades pela natureza dos produtos. Segundo a polícia, trata-se de um caso incomum na região, com substâncias de uso recente, associadas tanto ao emagrecimento quanto a efeitos anabolizantes.
Ao todo, foram apreendidas 455 unidades de produtos irregulares. Entre os itens, há medicamentos classificados como emagrecedores e peptídeos.
As “canetas emagrecedoras” continham substâncias como tirzepatida e retatrutida. Esta última ainda está em fase de estudos e não possui registro para comercialização no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sendo apreendida pela primeira vez na região, segundo a ocorrência.
Também foram encontrados esteroides anabolizantes e substâncias de uso veterinário. Entre elas, frascos de clembuterol, um broncodilatador utilizado em cavalos, mas que é usado de forma irregular por pessoas na tentativa de acelerar a queima de gordura, o que pode causar riscos à saúde, como arritmias.
A análise preliminar indica que parte dos produtos pertence a laboratórios clandestinos, o que aumenta o risco de infecções, toxicidade hepática e problemas cardíacos, já que não há controle sobre a composição das substâncias.
Os três estudantes e o material apreendido foram trazidos à Delegacia da Polícia Federal de Marília. A corporação será responsável por formalizar as prisões, dar destino aos medicamentos e investigar a possível rede de contrabando.
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