A célula do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) que matou 102 pessoas em outubro em um duplo atentado suicida em Ancara tinha planos de atacar a cúpula do G20, que terminou na segunda-feira na cidade turca de Antalya, de acordo com o jornal “Hurriyet”.
A análise dos computadores que a polícia encontrou nas residências dos jihadistas vinculados ao atentado de Ancara revelou que o G20 era um alvo e que os hotéis onde os líderes mundiais se hospedariam durante a cúpula foram “explorados”.
Os planos contra a reunião dos líderes mundiais foram encontrados no computador de Yunus Durmaz, procurado pela polícia e considerado um dos cérebros por trás do atentado de Ancara.
As forças de segurança também encontraram na residência de Durmaz, em Gaziantep, cidade próxima à fronteira síria, um arsenal com seis rifles, uma pistola, 22 granadas de mão e muita munição.
Fonte: Terra
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