Dia D de vacinação contra a gripe no Leme, na zona sul do Rio de Janeiro.
O risco de transmissão do vírus A (H1N1) e dois casos supostamente positivos para a doença levou uma escola particular de Marília a emitir um alerta para os pais. O subtipo viral pode provocar a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), com possibilidade de internação e até morte de pacientes mais vulneráveis.
O aviso menciona dois supostos casos confirmados, em alunos do Ensino Fundamental, que já teriam sido atendidos e estariam se recuperando da doença.
Aviso emitido pela escola menciona casos como confirmados; MN apurou que uma das alunas está sendo medicada com o Tamiflu (Foto: Marília Notícia)
Fonte ouvida pelo Marília Notícia informou que uma das crianças, inclusive, está sendo medicada com o fármaco Tamiflu – indicado para combater o vírus. As duas alunas estudam na mesma sala de aula.
O informe chama atenção para a importância da vacinação e medidas de higiene, como lavagem das mãos, uso de álcool em gel, não compartilhamento de objetos pessoais e cobertura das mãos e nariz (com o cotovelo) ao tossir.
Saúde Municipal não reconhece casos até o momento
O envio aos pais, porém, gerou preocupação e informações desencontradas sobre a situação da doença na cidade. A Prefeitura de Marília não confirma nenhum caso de H1N1 em 2020.
Segundo a Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal da Saúde, a cidade teve, este ano, dez notificações suspeitas. Duas já estariam descartadas e outras oito aguardam notificações.
Todos os casos, porém, foram relatados à Vigilância em pacientes internados – não é o caso das alunas da escola em alerta. Ambas foram atendidas por pediatras em consultórios particulares e não precisaram de internação.
A Prefeitura informou que tomou conhecimento do alerta da escola e considera as medidas preventivas recomendadas. Porém, não reconhece o relato de positividade.
Conforme apurou o MN, o “desencontro” pode acontecer em função de teste rápido feito em consultórios, com resultados não informados de maneira oficial à Vigilância, pelos sistemas de notificação.
Independente de preencher papel ou sistemas, os médicos têm autonomia para fazer o diagnóstico clínico e indicar o tratamento mais adequado.
Outros vírus
Embora o temor do H1N1 esteja associado à grande pandemia de 2009, o subtipo figura entre outros que também oferecem risco de SRAG. Nos últimos dois anos, a preocupação foi grande com o H3N2.
Além destes, a Influenza B também pode acometer a população com sérias consequências à saúde e até a morte. Vírus da gripe não subtipados em análises laboratoriais fazem parte da ameaça. Na maioria dos casos, a vacina é eficaz para evitar a doença ou atenuar sintomas.
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