A informação é do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado ontem (23) pelo Ministério da Economia.
O saldo superou o mês de agosto, quando haviam sido criados 709 postos de trabalho. A cidade vive uma curva crescente desde o mês de julho, que teve 422 contratações a mais que demissões.
Março, abril, maio e junho foram os meses negativos de 2020 em Marília. Nesse período, 1.900 postos de trabalho com carteira assinada foram fechados na cidade.
Mas, somados os indicadores positivos de janeiro e fevereiro (752 vagas) e o resultado a partir de julho, a cidade já acrescentou 2.115 vagas ao longo de 2020, mesmo com a pandemia.
Conforme os dados do Caged, em Marília existem 67.175 registros em carteira de trabalho (lembrando que o mesmo trabalhador pode ter mais de um vínculo).
Ao longo desse ano – de janeiro a novembro – o Ministério da Economia apurou 20.464 desligamentos de trabalhadores no município. Em compensação, outros 22.579 contratos de trabalho foram iniciados.
Setores
Na indústria, em novembro, foram 96 novas vagas na cidade. O comércio foi um dos responsáveis pelo resultado, com 358 novos postos no município. A construção civil segue acanhada com apenas 24 novas vagas no mês.
O setor de serviços, que tem sido a locomotiva do emprego, gerou 312 novas oportunidades. Já a agropecuária foi negativa; contratou três com carteira assinada, mas demitiu quatro trabalhadores em Marília.
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