Patrícia, que está na Penitenciária de Marília, não respondeu as acusações em liberdade. Ela responderá em júri popular, por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e corrupção de menores e as penas podem chegar a até 37 anos de prisão.
Em junho de 2012, Patrícia teria entorpecido a vítima e depois enforcado o marido com uma corda até a morte. A empregada levou o corpo de ‘Nino’ até a plantação, onde ateou fogo.
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