A defesa do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) afirmou na segunda-feira, 16, em nota, que “qualquer estudante de Direito sabe que delação não se comprova nada”. Os advogados de Cunha também desafiaram o operador Lúcio Funaro ou a defesa da ex-presidente Dilma Rousseff a provar a compra de “um voto sequer”.
Dilma quer usar a delação premiada de Funaro para tentar anular o impeachment, votado no Senado em 31 de agosto de 2016. Segundo a defesa da ex-presidente, o processo é “nulo” porque, no acordo de colaboração do doleiro, fica “demonstrado que o ex-deputado comprou votos de parlamentares em favor do impeachment”.
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