A Assessoria Especial de Segurança e Inteligência apresentou um relatório parcial apontando 99 casos de homicídio ou tentativas de assassinato de pré-candidatos e candidatos neste ano. O TSE, no entanto, não mostrou dados específicos sobre os crimes nas disputas pelo poder.
Os números divergem do monitoramento do Estadão, que apontou o maior número de mortes por motivações políticas este ano desde a Lei de Anistia e o início da redemocratização, em 1979. Desde janeiro, foram 107 assassinatos, segundo o levantamento. Das vítimas, 33 eram pré-candidatos e candidatos a prefeito e a vereador. Segundo o TSE, houve um salto de crimes desde 2016, quando 46 candidatos e pré-candidatos teriam sido alvo de atentados. Pelo monitoramento do Estadão, foram 47.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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