A maioria das mortes aconteceu em rodovias de várias regiões do Estado, conforme levantamento feito pela reportagem. Os acidentes mais graves aconteceram na rodovia Júlio Budisk (SP-501), em Alfredo Marcondes, e na rodovia Miguel Jubran (SP-333), em Tarumã, no oeste paulista. Cada um deixou saldo de quatro pessoas mortas.
Conforme dados do Infosiga SP, no primeiro semestre deste ano, o número de mortes no trânsito, em todo o Estado, foi 2% menor do que no mesmo período de 2018. Houve 2.593 mortes por acidentes em todo o Estado, de janeiro a junho deste ano. Em 2018, foram 2 645. Só no mês de junho foram 498 mortes em ruas e rodovias.
A região metropolitana da capital paulista lidera o ranking com 850 ocorrências fatais. As regiões de Campinas (432 óbitos), Sorocaba (217), São José dos Campos (182) e Santos (138) vêm a seguir. O número de mortes caiu em dez das 16 regiões do Estado. A região de Registro registrou a maior queda (-30%) e a de Marília, o maior aumento (+19%).
Os motociclistas lideram as estatísticas, representando 35% das vítimas (913 mortes). Os pedestres vêm em segundo lugar (746 óbitos), seguidos pelos ocupantes de automóveis (638 mortes). No semestre, morreram também 197 ciclistas. Os acidentes são concentrados nos finais de semana (45,1%) e no período noturno (52,8%).
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