A Polícia Militar realizou duas prisões por violência doméstica durante este final de semana, em Marília. Os dois casos distintos envolvem homens acusados de agredir moralmente e fisicamente suas companheiras. Além disso, em uma das situações, o agressor ainda teria insultado a mãe da namorada e na outra até um sogro doente teria presenciado os ataques.
No primeiro caso, um homem de 46 anos foi preso acusado de agredir sua esposa, de 44 anos. O crime teria ocorrido em uma casa no Jardim Portal do Sol, na zona sul de Marília, durante a madrugada do domingo (12).
A briga do casal teria começado após um passeio, momento em que o marido começou a falar alto com o sogro, que é doente. Durante a discussão, o agressor teria desferido tapas na cabeça da mulher, além de ameaçá-la.
Com medo, ela se escondeu no banheiro e acionou a Polícia Militar. Após a entrada ser liberada pela mulher, os policiais surpreenderam o acusado dormindo no quarto. Ele teria negado o crime.
Ainda assim, o marido foi preso e ficaria recolhido na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Marília até passar por audiência de custódia. A esposa foi orientada sobre medidas protetivas.
VIOLÊNCIA
No segundo caso, um homem de 32 anos foi preso acusado de agredir a namorada, de 30 anos, a mãe dela, de 66 anos, e ainda o irmão, que não teve a idade revelada. O caso foi registrado em uma casa localizada no bairro Vereador Eduardo Andrade Rei, zona oeste de Marília, também durante a madrugada de domingo (12).
Segundo relato das vítimas, o homem teria ficado muito nervoso e agressivo após a namorada questionar sobre a quantidade de bebida que ele havia ingerido. No momento, ele começou a insultá-la, além de chamar a mãe da vítima de “vagabunda” e fazer outras insinuações ofensivas.
O autor teria ainda destruído o celular da namorada e a empurrado no sofá, saindo da casa dizendo que iria embora, mas retornando 10 minutos mais tarde para continuar as ofensas. Durante a confusão, ele teria entrado em briga corporal com o irmão da vítima.
Ele acabou preso e encaminhado à Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Marília, onde aguardaria por audiência de custódia.
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