O petista vai começar a cumprir a pena de 30 anos, nove meses e dez dias por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e pertinência à organização criminosa por envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras, alvo da Operação Lava Jato.
A denúncia acusou Dirceu de receber parte das propinas da empreiteira Engevix à Diretoria de Serviços da Petrobras entre 2005 e 2014. O ex-ministro teria levado R$ 10,2 milhões.
Dirceu tinha até as 17h para se apresentar à Polícia Federal. A ordem foi dada pela juíza Gabriela Hardt, substituta do juiz Sérgio Moro, na 13ª Vara Federal, em Curitiba.
No início da tarde da quinta-feira, 17, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) negou um recurso decisivo do petista e abriu caminho para Dirceu ser preso. Após a decisão da Corte de apelação da Lava Jato, a juíza mandou prender o ex-ministro.
Gabriela Hardt ordenou também a transferência de José Dirceu para o Complexo Médico-Penal, em Pinhais, região metropolitana de Curitiba, onde estão outros presos da Lava Jato, entre eles o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Zé Dirceu, fundador do PT, foi o ministro mais poderoso do primeiro governo Lula, mas acabou condenado no processo do mensalão – 7 anos e onze meses de reclusão por lavagem de dinheiro.
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