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Dieta do “tempo das cavernas” diminui colesterol

O estudo, que foi apresentado no congresso da Associação Americana de Cardiologia (AHA) em novembro, nos Estados Unidos, mostrou que os adultos entre 35 e 85 anos, não diabéticos, mas com um ou mais riscos cardiovasculares se beneficiaram da dieta.

O estudo acompanhou 79 obesos (79% eram mulheres) durante 60 dias. Exames para avaliar a saúde como um todo foram feitos antes de começar a dieta, como medir o peso, a pressão arterial, a resposta à glicose, hemoglobina glicada (exame que detecta as variações do nível de açúcar no sangue e indica se há diabetes) e exames de colesterol.

Cada participante teve de manter um diário alimentar e se reunir semanalmente com a equipe multidisciplinar que os acompanhavam. Os exames foram repetidos depois de 60 dias do estudo e avaliados pelos cientistas.

E os resultados foram promissores: a média de perda de peso foi de cinco quilos, e os níveis de colesterol ruim tiveram uma queda muito boa. Além disso, a pressão arterial baixou, bem como o risco de desenvolver diabetes diminuiu.

A dieta paleolítica procura resgatar a alimentação dos seres humanos na época paleolítica. Ela se baseia no consumo liberado de fontes proteicas de origem animal, frutas e vegetais. Açúcares são excluídos das dietas, assim como óleos em geral, de soja, canola, girassol.

Os carboidratos permitidos são somente aqueles presentes nos vegetais, ou seja, não é permitido comer arroz, trigo, centeio e derivados. As oleaginosas, como nozes e castanhas, são bem-vindas. Leites e derivados também são excluídos da dieta, assim como as leguminosas, como o feijão, a ervilha e a lentilha.

O azeite é um dos óleos saudáveis e permitidos, já os alimentos industrializados, de qualquer tipo, são abolidos.

O que pode na dieta paleolítica:

  • Todos os tipos de carnes
  • Nozes, castanhas, pistache e oleaginosas em geral
  • Gorduras, como o azeite de oliva
  • Frutas
  • Verduras
  • Legumes
  • Água

O que não pode:

  • Leites e derivados
  • Leguminosas, como feijão, ervilha e a lentilha
  • Óleos como o de soja, de canola e de girassol
  • Açúcares de qualquer tipo
  • Alimentos industrializados
  • Grãos ou alimentos com trigo, centeio, arroz ou derivados

Fonte: IG

Amanda Brandão

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