A Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) fechou uma casa de prostituição no Centro de Marília na manhã desta quarta-feira (5). Denúncia anônima apontou que o local era usado para programas, mediante o pagamento de taxa por parte das mulheres.
Com base em apuração preliminar, a polícia descobriu que as informações sobre o imóvel na rua Rodrigues Alves eram procedentes e requisitou à Justiça um mandado de busca para o local.
No momento da “batida”, duas mulheres que se apresentaram como garotas de programa estavam na casa. Elas são procedentes da Baixada Santista e relataram terem chegado à Marília recentemente para se prostituírem.
As mulheres – ambas maiores de 18 anos – relataram que faziam entre quatro e cinco encontros por dia, usando o imóvel, pelo qual pagavam diárias de R$ 100 ao responsável.
Conforme a delegada responsável pela delegacia especializada, Darlene Rocha Costa Tozin, foi apreendido um caderno com anotações sobre os programas realizados pelas jovens. O responsável pela casa ainda está sob investigação.
Vale destacar que praticar sexo por dinheiro não é crime, mas obter vantagens financeira mediante exploração sexual de terceiros é ilegal. O dono da casa, após ser devidamente identificado, pode ser levado à Justiça conforme o artigo 229 do Código Penal, com pena de dois a cinco anos de prisão.
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