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Dani Alonso e Capitão Augusto apoiam escolas cívico-militares; Marília terá a primeira

Deputados Dani Alonso e Capitão Augusto com o governador Tarcísio de Freitas (Foto: Divulgação)

A cidade de Marília dará um passo importante rumo à valorização do ensino público com a implantação da sua primeira escola cívico-militar. A escola estadual Benito Martinelli, localizada no Jardim Santa Antonieta, zona norte do município, foi confirmada pelo Governo do Estado como a unidade selecionada para integrar o novo modelo educacional proposto pela gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos).

A iniciativa tem como objetivo melhorar o ambiente escolar por meio de disciplina, civismo e apoio à gestão pedagógica.

“Votei a favor da implantação das escolas cívico-militares na Alesp e desde o início lutei para que Marília fosse contemplada. Ver a Benito Martinelli incluída nesse programa é uma vitória da nossa cidade, das famílias que acreditam na força da educação com disciplina e dos jovens que merecem oportunidades reais para se desenvolver”, declarou a deputada estadual Dani Alonso (PL).

Iniciativa tem como objetivo melhorar o ambiente escolar por meio de disciplina, civismo e apoio à gestão pedagógica (Foto: Divulgação)

O modelo cívico-militar adotado pelo Estado une a gestão pedagógica tradicional com o suporte de profissionais de formação militar, que atuam no acolhimento dos alunos, na organização de atividades extracurriculares e no apoio à disciplina diária, sem interferência no conteúdo ou nos professores da rede.

“As escolas cívico-militares já comprovaram seu impacto positivo: mais presença, menos evasão e alunos com melhor rendimento. Esse modelo oferece estrutura, valores e um ambiente mais seguro para o aprendizado. Estamos transformando a realidade da educação pública no interior de São Paulo, e vamos continuar lutando por mais investimentos e resultados concretos”, afirmou o deputado federal Capitão Augusto (PL).

Modelo adotado pelo Estado une a gestão pedagógica tradicional com o suporte de profissionais de formação militar (Foto: Divulgação)

A seleção da Benito Martinelli foi feita com base nas consultas públicas promovidas pelo Governo do Estado. A unidade foi a única em Marília a atingir o percentual mínimo de apoio da comunidade escolar. Outras duas escolas , Oracina Corrêa de Moraes Rodine e Edson Vianei Alves não alcançaram o índice necessário.

Além de Marília, o município de Garça também foi contemplado no programa, reforçando a atuação da bancada do PL na ampliação das escolas cívico-militares pelo interior paulista. Ao todo, 70 escolas em 60 municípios aderiram à iniciativa, que está sendo considerada uma das principais apostas do governo Tarcísio para alavancar os indicadores da educação pública.

Escola estadual Benito Martinelli foi confirmada pelo Estado como a unidade selecionada para integrar o novo modelo (Foto: Divulgação)

O que são as escolas cívico-militares?

As escolas cívico-militares fazem parte de um modelo educacional que une o conteúdo tradicional da rede pública com apoio organizacional, disciplinar e administrativo de militares da reserva. Eles não substituem professores nem interferem no conteúdo pedagógico, mas contribuem diretamente com a formação cidadã dos alunos, ajudando a construir valores como respeito, responsabilidade, ética, patriotismo e civismo.

Estudos em estados onde o modelo já está implantado mostram melhorias significativas em frequência escolar, rendimento acadêmico e redução da evasão.

Para deputados, modelo é conquista prática (Foto: Divulgação)
  • Redução da violência escolar: Dados do Ministério da Educação indicam que escolas cívico-militares registraram uma diminuição de até 82% nos casos de violência física, 75% na violência verbal e 82% na violência patrimonial, promovendo um ambiente mais seguro para alunos e professores.
  • Melhoria no desempenho acadêmico: A presença de disciplina e organização contribui para o aumento da frequência escolar e do rendimento dos estudantes, fatores essenciais para o sucesso educacional.
  • Fortalecimento de valores cívicos: O modelo promove o desenvolvimento de valores como respeito, responsabilidade e ética, fundamentais para a formação integral dos alunos e para a construção de uma sociedade mais justa e solidária.
  • Apoio à comunidade escolar: A atuação dos militares na gestão administrativa e disciplinar permite que os professores se concentrem no ensino, enquanto a comunidade se beneficia de um ambiente escolar mais estruturado e acolhedor.

Com atuação destacada na Alesp e em Brasília (DF), Dani Alonso e Capitão Augusto têm ampliado sua influência política ao articular diretamente com o Governo do Estado de São Paulo programas estruturantes para o interior.

A inclusão de Marília e Garça no programa das escolas cívico-militares reforça o compromisso dos parlamentares com educação pública de qualidade, com disciplina e foco em resultados no interior paulista.

“Essa conquista não é ideológica. É prática, concreta, baseada em resultados e no desejo das famílias por escolas mais seguras, organizadas e comprometidas com o futuro dos nossos filhos”, afirmou Dani Alonso.

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