Polícia

Crime investigado há três meses leva dois à prisão no Nova Marília

Dinheiro atribuído ao crime, drogas e embalagens; Dise cumpriu mandado judicial (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Um levantamento que durou cerca de três meses, conduzido por policiais da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise), resultou na prisão em flagrante de um homem de 41 anos e de sua irmã, de 39. A ação ocorreu nesta terça-feira (12) no bairro Nova Marília (zona sul).

De acordo com a Polícia Civil, a investigação apontou que a casa onde os irmãos moravam era usada como ponto de venda de drogas. Eles são suspeitos de tráfico e associação para o tráfico.

O monitoramento revelou que, na maior parte do tempo, o homem escondia os entorpecentes em uma área de mato em frente ao imóvel, enquanto a irmã realizava as vendas na garagem.

Após a confirmação das suspeitas, os agentes elaboraram um relatório e solicitaram à Justiça um mandado de busca e apreensão. Durante nova ação de vigilância, os policiais flagraram a mulher vendendo drogas e observaram o momento em que o irmão buscava mais porções no matagal.

Na abordagem, os investigadores encontraram 29 porções de crack embaladas em plástico transparente e três microtubos rosa com cocaína escondidos sob uma pedra próxima à casa.

No mato, no ponto onde o suspeito havia se agachado, foi localizada uma sacola plástica contendo 142 porções de crack, uma porção de cocaína a granel, uma porção de maconha, uma porção de haxixe e um pedaço de tijolo de maconha.

Também foram apreendidos R$ 460 em dinheiro trocado, uma mini balança digital com resquícios de droga e diversos saquinhos e microtubos plásticos usados para embalar os entorpecentes.

Os irmãos foram levados à Dise, onde as prisões em flagrante foram formalizadas. Segundo a polícia, o homem possui antecedentes criminais por roubo e tráfico de drogas e havia deixado o sistema penitenciário em setembro.

Ambos foram encaminhados à carceragem da Central de Polícia Judiciária (CPJ) e devem passar por audiência de custódia. A Polícia Civil informou que solicitará à Justiça a conversão das prisões em preventivas, para evitar a continuidade dos crimes.

Carlos Rodrigues

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