Requerimento protocolado na Câmara Municipal durante a manhã desta quinta-feira (6), por membros da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que irá apurar os gastos da Covid-19 em Marília, solicita a contratação de uma empresa especializada em consultoria e auditoria, por até R$ 350 mil, para auxiliar nas demandas técnicas e específicas da investigação.
A comissão foi instalada pelo Poder Legislativo para apurar os gastos feitos pela Prefeitura durante a pandemia.
De acordo com o documento, o objetivo é que a contratada contribua na busca de possíveis gastos e omissões praticados pelo Poder Executivo no combate e prevenção à transmissão do vírus. Solicitação também busca auxílio do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) no exercício.
Direcionado ao presidente Marcos Rezende (PSD), o requerimento pede à mesa diretora, “nos termos regimentais, a tomada de providências necessárias para que seja contratada junto à Câmara Municipal de Marília, empresa técnica, especializada em auditoria contábil e consultoria físico-financeira, além de empresa especializada em Tecnologia da Informação (TI), para auxiliar a CPI”, diz trecho do documento.
No pedido, os membros da Comissão usam como justificativa a instalação da investigação e a obrigação dos vereadores no que diz respeito à fiscalização dos atos da administração pública.
Para a Corte de Contas, os vereadores pedem a cessão de alguns servidores, “para acompanhar a presente demanda, bem como prestar assessoria e consultoria à Comissão Parlamentar de Inquérito, já instaurada, para maior celeridade, seriedade e transparência nos trabalhos a serem desempenhados.”
A íntegra do documento pode ser conferida [clique aqui].
GASTO
O Marília Notícia entrou em contato com os três membros da CPI para questionar se não seria contraditório contratar uma empresa por até R$ 350 mil para investigar gastos e qual seria a real necessidade desta contratação.
O gabinete da vereadora Vânia Ramos (Republicanos) se restringiu em informar que a verba é da Câmara e que a Lei Orçamentária permite. Também disse que o documento ainda estava sendo protocolado e que depois a equipe entraria em contato com o MN.
O presidente Elio Ajeka (PP) e o relator Ivan Negão (PSB) não tinham retornado até a publicação desta matéria. O espaço continua aberto.
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