Luís Fernando Silla de Almeida foi preso pela Políicia Civil de Assis (Reprodução/Gilberto Moreira/TV Record)
A Polícia Civil segue em busca de partes do corpo do menino Mateus Bernardo Valim de Oliveira, de 10 anos, encontrado esquartejado na tarde de ontem (17) em um riacho, localizado em meio a uma área de mata fechada, no bairro Vila Tênis Clube, em Assis.
A cabeça e os braços da criança ainda não foram encontrados. O principal suspeito do crime, Luís Fernando Silla de Almeida, de 46 anos, foi preso temporariamente e encaminhado para uma unidade prisional na região.
Conforme apuração do Marília Notícia, as investigações começaram com o cumprimento de mandados de busca e apreensão em residências de alguns suspeitos. No entanto, essas pessoas foram descartadas como envolvidas no caso. A atenção então se voltou para Luís Fernando, apontado como a última pessoa a ter contato com Mateus antes de seu desaparecimento.
Na sede da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Assis, Luís Fernando foi confrontado com imagens de câmeras de segurança que o mostravam junto à vítima na mata, nas proximidades do Tênis Clube.
Embora não tenha confessado o crime, o homem admitiu ter estado com o garoto, afirmando que eles apenas conversaram antes de deixar o local.
Diante de várias inconsistências em seu relato e do que foi apurado, os policiais solicitaram apoio do Canil da Polícia Militar, realizando uma busca minuciosa na mata, encontrando parte do corpo desmembrado.
Próximo ao local, foram encontradas a camiseta e a bermuda que os familiares reconheceram como pertencentes ao menino.
Com base em todas as informações colhidas até o momento, a Polícia Civil solicitou a prisão temporária de Luís Fernando, que foi autorizada pela Justiça. Após passar por exame de corpo de delito, ele foi transferido para um presídio na região de Assis.
O corpo de Mateus foi levado ao Instituto Médico Legal (IML), onde será realizada a análise da causa da morte e a coleta de material genético para comparação com o possível criminoso. As autoridades também apuram a possibilidade de abuso sexual.
O caso continua sob investigação pela Polícia Civil de Assis, que trabalha para esclarecer os detalhes do crime e localizar os restos mortais da vítima.
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