A Organização Mundial da Saúde declarou o surto de coronavírus como um caso de emergência global de saúde pública, em coletiva de imprensa concedida na quinta-feira, 30. Foi uma decisão “quase unânime”, nas palavras do presidente do comitê de emergência, Didier Houssin. O diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus, confirmou casos de transmissão da doença por contato humano na Alemanha, no Japão, no Vietnã e nos Estados Unidos.
Para Houssin, a declaração de emergência de saúde pública deve facilitar o papel de liderança da OMS no combate ao coronavírus. Os líderes da entidade ressaltaram, na coletiva, que quase 99% dos casos reportados estão na China, e que o número de casos de coronavírus no restante do mundo tem sido “relativamente baixo”.
Ainda assim, Ghebreyesus afirmou que a declaração de emergência não é um voto de desconfiança na China, que estaria estabelecendo um novo padrão de resposta a surtos de doenças. “China deve ser parabenizada pelas medidas extraordinárias para conter coronavírus”, declarou. “O país asiático tem feito coisas incríveis para limitar transmissão a outros países”. Houssin completa: “China tem feito tremendo esforço contra coronavírus, com transparência”.
A OMS também descartou recomendações de restrições a comércio ou viagens, inclusive à China. Houssin destacou que a declaração dá a chance de questionar medidas como restrições de visto, vetos a viagens e quarentenas.
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