O Corinthians se colocou novamente à disposição da polícia diante do suposto vazamento de mensagens entre o que seria um integrante da administração do clube e Alex Cassundé, pivô da negociação que gerou a crise com a Vai de Bet.
O novo diretor jurídico, Leonardo Pantaleão, foi até uma delegacia nesta sexta (21) representando o clube. Ele se dirigiu à 3ª Delegacia do DPPC (Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania) após tomar conhecimento do caso para averiguar a procedência dos prints em questão.
Ele enfatizou que o Corinthians é o maior interessado na elucidação do assunto. Advogado criminalista, o diretor jurídico afirmou que o Corinthians está colaborando com as autoridades. O delegado Tiago Fernando Correia não estava presente, mas Pantaleão conversou com a equipe da investigação.
Pantaleão disse que é preciso apurar se as mensagens são autênticas e que ninguém é citado nominalmente, mas acrescentou que o clube agirá após o suposto vazamento. O clube tomará “medidas necessárias” caso fique provado que a troca de mensagens foi forjada e se algum dirigente corintiano estiver envolvido. Nos prints, o contato salvo como se fosse Cassundé se refere ao interlocutor como “chefe” e teria salvo o contato como “chefe presidente”.
O Corinthians não descarta a possibilidade de o suposto vazamento ter sido feito para “tumultuar” as investigações. Ele acrescentou que o clube aguarda o depoimento de Alex Cassundé para ter explicações sobre essas mensagens e demais desdobramentos do caso. O dono da intermediária do contrato com a antiga patrocinadora máster é aguardado na delegacia na próxima terça-feira (25).
O UOL apurou que a polícia vai investigar o conteúdo dos prints e estuda a possibilidade de pedir exame pericial. A origem do suposto vazamento é desconhecida.
O CONTEÚDO DOS PRINTS
Nas supostas mensagens vazadas, o contato que seria Cassundé informa que recebeu o pagamento da comissão: “Chefe, caiu a grana lá”. O interlocutor, que seria uma pessoa do Corinthians, pede para mandar o valor “do pessoal” e informa que pediria a uma pessoa chamada “Ninja” para pegar a sua parte.
O suposto Cassundé avisa que fará um depósito de R$ 580 mil e pergunta para qual conta enviar. A outra pessoa indica a conta da Neoway Soluções Integradas, a laranja do caso Vai de Bet. O intermediário termina o diálogo dizendo: “Tem muita coisa ainda”.
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