Marcelo tinha 37 anos e foi encontrado morto em Garça (Foto: Arquivo Pessoal)
Encontro marcado, através de conversa em rede social, foi a principal pista para a Polícia Civil de Garça (35 quilômetros de Marília) identificar e prender, na tarde desta segunda-feira (27), o assassino do professor Marcelo Ferreira Rocha, de 37 anos, morto na noite de sábado (25).
O autor do homicídio, segundo a polícia, já confessou o crime e alegou legítima defesa. O rapaz de 23 anos teria afirmado que houve um desentendimento, em relação “ao que seria feito durante o encontro”.
Ainda segundo a versão do autor do crime, era Marcelo quem estava com a faca. O jovem alegou ter desarmado a vítima e desferido um golpe na região lateral do abdome.
A versão não impediu que o autor da facada fosse autuado por homicídio qualificado (motivo torpe e recurso que dificultou defesa da vítima). Ele vai responder ainda pelo furto de R$ 50 que havia no porta-luvas do carro e por ter ocultado o cadáver.
Investigação
O delegado Gustavo Danilo Pozzer, responsável pelo caso, disse que a polícia teve conhecimento da identidade do suspeito antes mesmo da confirmação do crime.
A família de Marcelo, após o desaparecimento, acessou as conversas dele por uma rede social no domingo (26) e procurou a Polícia Militar. Os familiares também encontraram, no carro da vítima, roupas masculinas desconhecidas.
“Fomos até a residência do indivíduo que manteve essa conversa com a vítima. Ele não estava na casa, mas seus familiares foram solícitos. Tivemos acesso, com a autorização dos pais, a um computador que ele usava para acessar rede social”, contou o delegado.
Na manhã desta segunda-feira o próprio rapaz procurou a polícia dizendo que desejava “dar sua versão”. Foi ele quem deu informações para que a polícia encontrasse o corpo do professor.
O cadáver estava escondido entre a vegetação, a cerca de dois quilômetros do local onde o carro foi encontrado. A faca usada no crime também foi localizada.
A Polícia Civil de Garça representou pela prisão preventiva do jovem, por 30 dias. É o mesmo prazo do inquérito, período em que a polícia espera ouvir testemunhas, confrontar as versões do suspeito e juntar os laudos periciais.
O autor do homicídio, que não tinha passagens pela polícia, foi encaminhado para a Cadeia de São Pedro do Turvo, enquanto aguarda transferência para o sistema prisional.
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