As novas regras de monitoramento de transações financeiras via Pix e cartões de crédito, implementadas em 1º de janeiro, têm gerado polêmica nas redes sociais e críticas ao governo Lula. Usuários comparam a medida à controversa “taxa das blusinhas”, referente à taxação de compras on-line que causou alvoroço entre 2023 e 2024. No entanto, diferentemente daquela, as atuais normas não preveem a criação ou elevação de impostos.
A Receita Federal esclareceu que as novas diretrizes não interferem no sigilo bancário de pessoas e empresas, nem geram novas taxas. As instituições financeiras deverão informar ao Fisco transações mensais a partir de R$ 5 mil para pessoas físicas e R$ 15 mil para pessoas jurídicas, com repasse semestral dessas informações. Anteriormente, os limites eram de R$ 2 mil e R$ 6 mil, respectivamente. O objetivo é aprimorar o monitoramento de movimentações financeiras, sem impactar o usuário comum.
O governo reconhece que houve falhas na comunicação sobre o assunto e busca esclarecer que as medidas visam apenas aumentar a transparência nas transações financeiras, sem implicar em novas cobranças ou invasão de privacidade.
Agentes de saúde se deparam mais com grades e muros do que com permissões para…
Marília amanheceu com o céu nublado nesta segunda-feira (3), depois de um fim de semana…
A Polícia Civil investiga a morte de uma mulher de 60 anos encontrada sem vida…
PAT Marília oferece centenas de oferta de trabalho nesta semana, com assinatura de carteira de…
Os serviços funerários divulgaram as informações sobre os velórios e sepultamentos programados para esta segunda-feira…
Além da lesão corporal, suspeito fez ameaças de morte durante o transporte para a delegacia.
This website uses cookies.