Autoridades europeias impediram à venda de césio, um elemento altamente radioativo, a jihadistas do grupo Estado Islâmico na Moldávia. A quantia, que não foi informada, seria capaz de atingir diversas cidades.
Segundo investigações da agência AP, é comum que organizações criminosas ligadas a membros da antiga KGB ofereçam o material nuclear no mercado negro, especialmente na Moldávia.
A tentativa de venda, realizada em fevereiro, foi impedida por autoridades do Leste Europeu em parceria com o FBI.
Outras quatro tentativas de vender o elemento a grupos extremistas do Oriente Médio foram interceptadas anteriormente nos últimos cinco anos. “Podemos esperar mais casos parecidos”, disse o policial Constantin Malic.
“Enquanto contrabandistas acharem que podem ganhar muito dinheiro sem serem pegos, eles continuarão a fazer isso”.
Um jornalista alemão que passou 10 dias com o grupo extremista Estado Islâmico afirmou que os terroristas que já ocupam grandes territórios do Iraque e da Síria estão planejando provocar um holocausto nuclear, com o objetivo de matar milhões de pessoas no que seria a “maior limpeza religiosa da história”.
Fonte: R7
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