Enquanto os partidos do chamado “Centrão” consideram aliança com Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB), a pré-candidata à Presidência Marina Silva, da Rede, disse nesta sexta-feira, 13, que aposta “na população” para avançar na eleição presidencial. Em palestra para pastores e outros líderes evangélicos na capital paulista, Marina repetiu seu jargão de “oferecer a outra face” na campanha.
“Para a face da violência, vamos oferecer a cultura de paz; para a face da mentira, vamos oferecer a verdade. Para a face do ‘Centrão’, apostar na população”, disse a presidenciável. Defendendo uma reforma política, Marina propôs um plebiscito para consultar a população sobre o fim do foro privilegiado. Criticada por alguns pastores evangélicos, como Silas Malafaia, Marina disse a jornalistas acreditar que os eleitores vão escolher seu candidato “de forma livre”.
Em entrevista coletiva, Marina disse respeitar a decisão do presidente do PPS, Roberto Freire, em fechar apoio a Alckmin. Ela sinalizou que gostaria de contar com Freire em um eventual governo, ao falar que pretende governar com os melhores de todos os partidos.
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