Marília

Conferência Municipal de Saúde elege representantes e aprova propostas

Propostas aprovadas estão nos temas “Saúde como Direito”, “Consolidação do SUS” e “Financiamento”. (Foto: Mauro Abreu)

Em sua décima edição, a Conferência Municipal da Saúde de Marília reuniu cerca de 200 pessoas no Centro Universitário Univem nesta sexta e sábado (23 e 24) para discutir melhorias e aprovar propostas para a saúde pública. Documento aprovado inclui dezenas de prioridades que deverão ser observadas na elaboração do PPA (Plano Plurianual) do município.

Outra parte das propostas será submetida às conferências macrorregional, estadual e nacional, em que os apontamentos serão aperfeiçoados e poderão nortear as ações de saúde no país. Assim, a expectativa é ampliar a participação popular na gestão.

A abertura na noite de sexta-feira contou com a participação de músicos voluntários (Marlu Romero, Benê Vieira e banda), Banda Marcial Cidade de Marília e o coral do Caps Conviver – Centro de Atenção Psicossocial.

Prefeito Daniel Alonso, secretária municipal da Saúde, Kátia Santana; presidente do Comus (Conselho Municipal da Saúde), Gilberto Martins e Ricardo Mustafá (secretário da Administração) compuseram a mesa ,ao lado da diretora regional de Saúde, Cristina Kuabara, e do vereador Cícero do Ceasa, que representou o Legislativo.

A abertura solene foi seguida de um debate que teve a participação das médicas Maria Elizabeth da Silva Hernandes e Maria Cecília Cordeiro Dellatorre, ambas com vasta experiência em saúde pública e pesquisadoras atuantes no universo acadêmico.

PLENÁRIA

Já no sábado, os conferencistas foram organizados em oito salas temáticas, que discutiram “Saúde como Direito”, “Consolidação do SUS” e “Financiamento do Sistema”. Durante à tarde, aconteceu a plenária para aprovação das propostas, aperfeiçoadas nas discussões ao longo do dia.

Entre as propostas estão, por exemplo, a garantia de acompanhamento e atendimento aos pacientes obesos do município (medida já realizada e que precisa ser fortalecida); ampliar a conscientização e responsabilização dos pacientes que faltam a consultas; e garantir recursos para readequação do quadro de servidores.

Não por acaso, as principais propostas têm inter-relação com o eixo “Financiamento”, o que virou desafio maior, com a aprovação da PEC 95, que limita gastos públicos com a saúde por 20 anos, congelando investimentos.

O próximo passo da Conferência de Saúde será a Macrorregional, que abordará problemas e propostas compartilhadas pelos municípios. O encontro nacional acontece em julho de 2019.

(Foto: Mauro Abreu)

(Foto: Mauro Abreu)

(Foto: Mauro Abreu)

(Foto: Mauro Abreu)

Amanda Brandão

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