A Polícia Militar de São Paulo entrou no Pavilhão 9 da Casa de Detenção do Carandiru para conter uma rebelião. A operação terminaria horas depois naquele que é considerado o mais grave massacre penitenciário da história do País. Ao todo, 74 policiais militares foram condenados em cinco diferentes júris, entre 2013 e 2014, a penas de até 600 anos de prisão. Apesar das condenações, os agentes nunca chegaram a ser presos. A Casa de Detenção foi demolida.
O projeto de anistia foi aprovado simbolicamente, o que não permite que parlamentares favoráveis sejam identificados. Somente o deputado Marcel Van Hatten (NOVO-RS) se absteve. Ele tentou convencer os demais integrantes da comissão a adiar a votação, mas o requerimento não foi aprovado. Depois, sugeriu que fosse melhor votar com o quórum completo da comissão, mas também não conseguiu apoio.
O relator do projeto de anistia, deputado Sargento Fahur (PSD-PR), ex-policial militar, justificou a anistia como forma de evitar “julgamentos políticos”. Segundo ele, os policiais condenados estão “sofrendo perseguição política ideológica”.
O texto agora será votado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa antes de seguir ao plenário.
(Imagem: Reprodução) Um idoso passou mal enquanto dirigia e se envolveu em um acidente de…
Drogas de vários tipos e dinheiro do crime; polícia tenta reduzir tráfico na zona oeste…
Um homem de 35 anos foi preso em flagrante na manhã desta segunda-feira (4) após…
O governo federal lançou nesta segunda-feira (4) o Novo Desenrola Brasil, programa que busca ajudar famílias,…
Transporte escolar da rede municipal vai precisar aguardar por retomada de licitação para contratação de…
Uma dona de casa de 58 anos foi detida na noite desta segunda-feira (4) ao…
This website uses cookies.