Segundo o tenente Augusto Carvalho, de janeiro até ontem, dia 20 de maio, o trecho é responsável por 25% de todos os acidentes ocorridos nessa rodovia.
“O que hoje preocupa é que no trecho após a Base Operacional de Marília até o Gigantão, os condutores estão abusando na velocidade por saber que não há fiscalização de radar”, explicou o tenente.
No trecho com 11 quilômetros, será permitido trafegar no máximo a 60 km/h. Ainda segundo a polícia, os radares controlam veículos em até 300 metros e somente na manhã desta quinta, quase 400 condutores foram autuados por excesso de velocidade.
“Lembrando que esse trecho tem característica urbana, com condomínios, conjuntos habitacionais e empresas, o que atrai pedestres e ciclistas que necessitam fazer a travessia da rodovia. Porém a velocidade em excesso acaba comprometendo a segurança de todos, necessitando assim de uma atenção especial”, finalizou o tenente Carvalho
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