Quase 122 milhões de dólares são necessários para evitar e administrar as complicações provocadas pelo Zika vírus, que está se alastrando pelas Américas e causando defeitos de nascença em bebês, disse a Organização Mundial da Saúde (OMS).
É preciso se concentrar especificamente no apoio a mulheres e jovens em idade de engravidar, afirmou a agência de saúde da Organização das Nações Unidas (ONU) no momento em que dá início a uma estratégia revisada conjunta com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) para decidir como lidar com o vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti.
O Zika vem provocando alarme nas Américas desde que casos de microcefalia, uma má-formação craniana, foram relatados no Brasil, o país mais afetado pela epidemia.
O defeito de nascença raro se caracteriza pelo tamanho anormalmente pequeno da cabeça e por problemas de desenvolvimento em potencial. As autoridades brasileiras já confirmaram mais de 1.400 casos de microcefalia em bebês cujas mães foram expostas ao Zika durante a gravidez.
A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, disse que já se descobriu muito sobre o Zika, como ele se dissemina, as consequências da infecção e como controlá-la desde que autoridades de saúde globais começaram a adotar seus primeiros planos de reação no começo deste ano. A OMS declarou o Zika uma emergência de saúde global no dia 1o fevereiro.
Fonte: RedeTV!
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