Caso aconteceu na zona sul da cidade e morador se prontificou a arcar com as despesas médicas do coletor (Foto: Divulgação)
Mais uma atitude impensada de um morador foi registrada na manhã desta sexta-feira (14) em Marília. Um coletor que fazia o recolhimento do lixo na zona Sul da cidade se cortou com um caco de vidro misturado junto ao lixo doméstico.
De acordo com informações da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e de Limpeza Pública, coletores faziam o recolhimento do lixo no bairro Jardim Esplanada, quando um servidor se cortou com um caco de vidro ao pegar um lixo em frente a determinada residência.
No mesmo saco de lixo, além de uma garrafa de cerveja quebrada, havia também palitos de madeira que fizeram com que a embalagem se danificasse.
O servidor sofreu um corte profundo na perna e imediatamente foi socorrido por amigos e encaminhado para os devidos cuidados médicos.
No mesmo momento do acidente, outros coletores abordaram o proprietário da casa, informando o acontecido. Segundo a Prefeitura, ele recebeu os coletores, pediu desculpas e disse que vai se conscientizar para que isso não ocorra mais. O mesmo inclusive se prontificou a arcar com as despesas médicas que o coletor possa gastar.
(Foto: Divulgação)
CONSCIENTIZAÇÃO
O descarte de vidro, quebrado ou não, e outros objetos pontiagudos e cortantes, como seringas e agulhas, precisam de bastante atenção para não machucar os coletores de lixo e os catadores de materiais recicláveis, mesmo que eles estejam utilizando equipamentos de segurança.
O secretário do Meio Ambiente e de Limpeza Pública, Vanderlei Dolce, disse que algumas soluções bem simples podem ser adotadas para prevenir acidentes.
“Quando tiver que jogar fora o vidro, o mais adequado é colocar em uma embalagem de papelão devidamente identificada e com alerta, como, por exemplo, “cuidado: vidro quebrado. Outra alternativa é embrulhar o vidro ou os cacos com bastante jornal, colocar numa sacola separada dos demais resíduos e descartar de maneira segura, identificando o material. Já em caso de latas, deve-se lavar a embalagem, fechar a tampa para dentro da lata e separar para os resíduos recicláveis”, disse o secretário.
As seringas que não deveriam ser descartadas no lixo domiciliar é outro problema para os coletores de Marília. “Pedimos para que quem não consiga descartar em local apropriado, que pelo menos coloque a agulha dentro de uma garrafa pet ou uma embalagem mais resistente”, disse.
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