Os criminosos normalmente encaminham para o empresário uma cobrança bancária em nome da Associação Comercial e Empresarial do Estado de São Paulo, porém essa cobrança não é verdadeira.
“A intenção do bandido é confundir o comerciante”, avisou o presidente da Associação Comercial e Industrial de Marília (Acim), Libânio Victor Nunes de Oliveira. “Ao receber esse tipo de cobrança, o comerciante não deve pagar, se pagar, perde o dinheiro”, alertou o dirigente.
Segundo o superintendente da Acim, José Augusto Gomes, a cobrança bancária é genérica e confunde facilmente as vítimas. “Por ser uma cobrança simples, quando o comerciante vê rapidamente, pensa em se tratar do pagamento da mensalidade ou dos serviços prestados pela associação de Marília”, justificou o diretor.
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